O futebol é uma “guerra” entre onze adversários dentro de campo. O clássico argentino Boca-River, uma das maiores rivalidades mundiais e da América, não será diferente e será uma batalha para decidir quem será o campeão da Copa Libertadores de 2018. Um jogo eletrizante que deixará os amantes do futebol sul-americano ainda mais loucos para ver jogadores impetuosos e brilhantes dentro das quatro linhas.

Seis vezes vencedor dessa competição, Boca Juniors é a senhora da Libertadores e conquistou quatro continentais somente nesse século e poderá aumentar. Já o River Plate está com três títulos e poderá conquistar a sua quarta taça. Os Los Millonarios foram campeões e venceram, em 2015, o rival nas oitavas de final.

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Nos confrontos diretos, os Xeneizes tem o recorde de 86 vitórias contra 80 do River, Mesmo o River caindo para a segunda divisão, em 2011, pode-se falar que esse é um dos únicos clássicos que fazem o ‘Old Firm’ (Celtics-Rangers) parecer um uma pelada de escola primária.

Como diria Martin Mazur, da revista El Grafico que “cem anos atrás, era sobre a classe trabalhadora versus a aristocracia. Hoje é só sobre ódio. Assistir esse clássico é uma experiência única na vida. Nas arquibancadas você pode esperar qualquer coisa, desde penas de galinha a porcos voadores”.

Só sabemos que a atmosfera será ainda mais turbulenta do que no empate de 2 a 2 no primeiro jogo. Amanhã, dia 24, às 18h, o estádio Monumental de Nuñez, palco desses guerreiros,veremos o segundo jogo dessa primeira final entre argentinos na competição que já é considerada a maior de todos os tempos da história do torneio e do Superclássico argentino pelos torcedores.