“Time amarelão” esse foi o grito que mais ecoo no estádio comum pouco mais de 13 mil torcedores nas arquibancadas do empate sem gols com o Sport. Mas por que isso está acontecendo com o São Paulo? Será que é somente dentro de campo que as coisas não estão andando?

Isso tudo começou com o “grande” planejamento do time. Reconstruir e brigar forte para um título nos próximos dois anos. Esse era o lema. Mas não aconteceu. O time não foi bom e o título escapou pelos dedos.

Coletiva de imprensa com Leco e o novo diretor de futebol Raí
(Foto: AMANDA PEROBELLI/ESTADAO)

Planejamento que vem se arrastando a cada ano que passa com a responsabilidade (que ele não quer) do “competente” presidente do São Paulo Futebol Clube. Para ele, o responsável é Raí.

Além de contratações de revelações da segunda divisão que,como já vimos em capítulos anteriores, deixam a camisa pesar, a boa nova é que Leco já definiu, sozinho, quem será o novo técnico de 2019: André Jardine.

Um promissor e vitorioso treinador da base estará à frente do tricolor, para o mandatário culpa-lo nas futuras derrotas, assim como foi com Rogério Ceni.

Raí já se demonstrou incomodado por ter sido passado para trás após essa decisão. Assim como o ex-jogador, conselheiros estão revoltados com a decisão precipitada. Jardine, como definiu o diretor de futebol, fez um excelente trabalho por três anos: na base.

Além de tudo isso, essa decadência do time trava a busca de novos patrocinadores. Mas, Leco ainda vê um crescimento no clube em seu discurso “inovador” assim como as suas ideias “geniais” que ele tira da sua velha cartola, cheia de teias de aranha.