O #TOP10F4L chega com muito peso. Reunimos os possíveis melhores camisas 10 da história das Copas do Mundo.

Puskas – Hungria e Espanha – 1954 a 1962

Mesmo sem conquistar o Mundial, Puskas, sem dúvidas, deixou seu nome na história. Num primeiro momento com a camisa da Hungria, em 1954. E depois, naturalizado espanhol, 1962.

Hurst – Inglaterra – 1966 e 1970

Geoff Hurst foi o protagonista no único título da história da Inglaterra, em 1966. Os britânicos venceram a Alemanha, em Wembley e conquistaram a Copa naquele ano.

Pelé – Brasil – 1958 a 1970

Sem dúvidas, o maior de todos. Com três títulos, em 1958, 1962 e 1970, Pelé é considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos. Quando conquistou sua primeira Copa, em 58, tinha apenas 17 anos.

Platini – França – 1978 a 1986

Michel Platini não conquistou nenhuma Copa com a camisa francesa, mas, sem dúvidas, deixou seu nome na história. Platini foi responsável por levar a França a duas semifinais seguidas.

Kempes – Argentina – 1974 a 1982

Mario Kempes foi responsável pelo primeiro título da celeste, em 1978. Kempes também foi o artilheiro naquele ano, com seis gols marcados.

Maradona – Argentina – 1982 a 1994

Diego Maradona é, sem sombra de dúvida, o maior ídolo dos argentinos. Levou sua seleção ao bicampeonato em 1986, com toda sua genialidade na perna canhota.

Zico – Brasil – 1978 a 1986

Zico foi o camisa 10 na lendária seleção de 1982, que encantou todo o mundo, mesmo sem conquistar a Copa do Mundo.

Matthaus – Alemanha – 1982 a 1998

Lothar Matthaus disputou 225 jogos de Copa do Mundo e esteve na final três vezes seguidas (1982, 1986 e 1990). Em 1990, no tricampeonato alemão, foi um dos principais nomes da equipe.

Zidane – França – 1998 a 2006

Antes de Zidane, os franceses nunca haviam disputado uma final de Copa do Mundo. Em 1998, com dois gols na final contra o Brasil, conquistou o primeiro título de Copa para seu país.

Rivaldo – Brasil – 1998 e 2002

Para a maioria dos admiradores do bom futebol, Rivaldo foi o craque do Brasil na conquista do penta, em 2002. Apesar da estrela de Ronaldo durante a competição, o camisa 10 foi imprescindível na campanha vitoriosa da família Scolari.